
No dia 13 de Maio de 2005, o seu sucessor Bento XVI fez uma exceção a regra do código de direito canônico em relação à beatificação de João Paulo II, tal como ele havia feito em relação à Madre Teresa de Calcutá, abrindo mão dos cinco anos que são dados para o início do processo que se dá a partir da morte daquele que vem a falecer em fama de santidade. O seu processo de beatificação foi aberto em 28 de Junho do mesmo ano. No dia 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI proclamou-o "Venerável", ao promulgar o decreto que reconhece as virtudes heróicas do Servo de Deus João Paulo II, um importante passo dentro do processo de beatificação que fica aguardando a existência de um milagre realizado pela intercessão do papa polonês. No dia 14 de janeiro de 2011 o Papa Bento XVI aprovou o decreto sobre um milagre atribuido ao Papa Karol Wojtyla, permitindo a sua beatificação que aconteceu em Roma no dia 1 de maio de 2011. A cerimônia foi acompanhada na Praça de São Pedro por mais de um milhão de pessoas, vindas de todos os continentes, com aplausos e cantos religiosos. Bento XVI celebrou a cerimônia com paramentos que pertenceram a seu antecessor acompanhado por cardeais presentes em Roma. Bento XVI recebeu uma relíquia contendo o sangue de João Paulo, que lhe foi entregue por Marie Simon Pierre Normand. O milagre com que foi tocada a religiosa foi um dos fatores decisivos para a beatificação de João Paulo II. Bento XVI também declarou que o processo de beatificação foi acelerado devido à grande veneração popular por Karol Woijtila.

Irmã Marie Simon-Pierre Normand segura o relicário com sangue de João Paulo.
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