Beato Papa João Paulo II, sem duvida nenhuma o Papa mais amado. Foi o Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana e Soberano da Cidade do Vaticano de 16 de outubro de 1978 até a sua morte. João Paulo II foi aclamado como um dos líderes mais influentes do século XX. É amplamente difundido que sua Santidade tenha sido fundamental para o fim do comunismo na Polônia e talvez em toda a Europa, bem como significante melhora das relações da Igreja Católica com o Judaísmo, Islã, Igreja Ortodoxa, e a Comunhão Anglicana. Foi um dos líderes que mais viajou na história, tendo visitado 129 países durante o seu pontificado. João Paulo II beatificou 1340 pessoas e canonizou 483 santos, quantidade maior que todos os seus predecessores juntos pelos cinco séculos passados. Foi proclamado Beato em 1ºde maio de 2011 pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro no Vaticano.

A Infância














Karol Józef Wojtyla, nasceu em 18 de maio de 1920, em Wadowice, na Polônia. Sua mãe morreu quando ele tinha apenas oito anos de idade, e depois de alguns anos Karol perdeu seu irmão mais velho. Gostava muito de jogar futebol, como goleiro. No ano de 1938, ele se mudou para Cracóvia, junto com seu pai, foi ai que Karol ampliou seus horizontes de conhecimentos ao inscrever-se na Universidade Jagiellonian, onde aprendeu quase 12 idiômas e também participou de vários grupos de teatro, como dramaturgo. Em 1939, quando os alemães nazistas ocuparam a Polônia Karol estava entre os mais atingidos, quando a sua universidade foi fechada, e para ganhar dinheiro Karol passou a fazer pequenos trabalhos. Seu pai faleceu em 1941, deixando-o sozinho no mundo, ai que ele percebeu sua vocação para o sacerdócio e começou a estudar no seminário da Cracóvia. Depois de sobreviver a um acidente de caminhão, Karol tomou a decisão de se tornar um padre.
















O futuro Papa João Paulo II depois de receber a Primeira Comunhão na Arquidiocese da Cracóvia, Polônia.

O Início como Sacerdote















Ordenado sacerdote no dia 01 de novembro de 1946, Karol Wojtyla foi enviado a Roma, ao Pontifício Ateneu Internacional Angelicum, para estudar teologia. Em 1948, depois de atingir a licenciatura e o doutoramento em teologia, ele voltou para a Polônia. Seu primeiro trabalho foi como sacerdote na aldeia de Niegowić. Um ano depois, Karol mudou-se para a paróquia de Saint Florian na Cracóvia. Já como professor de ética da Jagiellonian University e da Universidade Católica de Lublin, Karol montou um grupo de cerca de 20 jovens que eventualmente foi expandido para 200 pessoas. Estes participantes reuniram-se para as orações, discussões filosóficas e ajudar as pessoas cegas e doentes. Foi em 1954 que Karol obteve o seu doutorado em segundo lugar, em filosofia. Detentor de dois doutorados, começou sua carreira literária escrevendo para o jornal "Tygodnik Powszechny", também conhecido como Universal Weekly. Karol tratou de assuntos como a guerra, a vida sob o comunismo e as suas responsabilidades pastorais, como os temas de seus poemas e peças teatrais. Em 1960 Karol escreveu "Amor e Responsabilidade" um influente livro teológico, uma defesa dos ensinamentos tradicionais da Igreja sobre o matrimônio.

De Bispo a Cardeal















Em julho de 1958, Karol foi nomeado para o cargo de bispo auxiliar da Cracóvia. Foi consagrado ao Episcopado em 28 de setembro de 1958, com isso ele se tornou o mais jovem Bispo da Polônia. Mais tarde foi eleito Vigário Capitular, "administrador provisório da Arquidiocese", tornando-se um Bispo. Participou do Concílio Vaticano II. O Bispo Karol também contribuiu no decreto sobre a liberdade religiosa e da constituição pastoral sobre a Igreja no mundo moderno. Participou das assembléias do sínodo dos Bispos. O Papa Paulo VI nomeou-o Arcebispo da Cracóvia em dezembro de 1963. O Arcebispo Karol foi promovido para o Colégio dos Cardeais em 26 de junho de 1967, e tornou-se fundamental na formulação da encíclica Humanae Vitae, que lidava com questões sensíveis ao aborto e do controle artificial da natalidade.

O Papado


















Após a morte do Papa Paulo VI, Albino Luciani foi apontado como o próximo Papa, que seria "o Papa João Paulo I". No entanto, este faleceu com apenas 33 dias de pontificado, causando outro conclave. Os Cardeais Giuseppe Siri e Giovanni Benelli, foram os dois principais candidatos para ocupar o cargo. No entanto, observando a escala de sua oposição, o cardeal Franz König, arcebispo de Viena, individualmente sugeriu Karol, um Cardeal polaco, como um candidato de consenso. Surpreendentemente, o Cardeal Karol ganhou a eleição nas urnas no segundo dia de conclave. Ele recebeu 99 votos, dos 111 eleitores participantes, com isso, o Cardeal Karol Józef Wojtyla sucedeu o Papa João Paulo I e se tornou o Papa João Paulo II. Foi o mais jovem a ser eleito Papa na história de Roma, desde o Papa Pio IX (1846), que foi com 54 anos de idade. Tornando-se o 264 º Papa, João Paulo II recebeu sua cerimônia em 16 outubro de 1978, dispensando a tradicional coroação do Papa, assim como seu antecessor imediato.

A Tentativa de Assassinato














No dia 13 de maio de 1981, o Papa João Paulo II, foi vítima de um grave atentado na Praça de São Pedro, pelo turco Ali Agca, um pistoleiro treinado no grupo militante Lobos Cinzentos, o homem que é conhecido na Turquia como " A maior desgraça do país ". A justiça italiana condenou Agca à prisão perpétua mas, em 2000, foi perdoado por bom comportamento. Quando a Itália se preparava para libertar Ali Agca, a Turquia pediu a sua extradição, para que ele cumprisse uma pena pelo assassinato de Abdi Ipekci, diretor do jornal Milliyetem em 1979. Em 1982, a justiça turca tinha condenado Agca a pena capital por este crime, porém, a pena de morte foi abolida e a sua sentença foi comutada em prisão perpétua. Anistias subsequentes do sistema judicial turco acabaram por reduzir a sentença a dez anos de prisão.













Internado de urgência na Policlínica Agostini Gemelli, o Papa foi submetido a uma delicada cirugia de cinco horas, para extirpação de 55 centímetros de seu intestino. No dia 20 de Junho, 17 dias depois de ter alta, é internado novamente na mesma clínica de Roma para ser tratado de uma infecção de cytomegalovirus, resultante da operação anterior.















Coincidentemente, os tiros disparados contra o Papa foram feitos no dia 13 de maio, nesta data, em 1917, Nossa Senhora de Fátima teria feito a sua primeira aparição aos três pastorinhos. O Pontífice sempre afirmou que ela teria desviado as balas e salvo a sua vida. Um ano depois, em 13 de maio de 1982 e já recuperado, João Paulo II visita pela primeira vez o Santuário de Nossa Senhora de Fátima para agradecer por ter sido salvo. João Paulo II ofereceu uma das balas que o atingiu ao Santuário, que foi colocada na coroa da Santa, onde permanece até hoje.















Em 1983, João Paulo II visitou Ali Agca em sua cela. O Papa concedeu perdão ao seu agressor, com quem conversou reservadamente e também orou. Na sequência desta visita, o extremista turco afirmou ter abandonado o Islã a favor do Cristianismo.

A Morte
















Já com a doença de Parkinson muito avançada, já era muito evidente o seu estado extremamente debilitado. No Domingo de Páscoa de 2005, o Papa ainda abençoou os fiéis, mas pela primeira vez no seu pontificado não conseguiu pronunciar a tradicional 'Urbi et Orbi'. No dia 02 de abril de 2005, às 21h37 hora de Roma, o mundo parou perante a notícia da morte do Santo Padre. As exéquias fúnebres ocorreram na Praça de São Pedro, na manhã do dia 7 de Abril de 2005. A cerimónia fúnebre durou três horas e foi presidida pelo então, decano dos Cardeais Joseph Ratzinger.













O corpo de João Paulo II está sepultado nas Catacumbas Vaticanas.

A Beatificação


















No dia 13 de Maio de 2005, o seu sucessor Bento XVI fez uma exceção a regra do código de direito canônico em relação à beatificação de João Paulo II, tal como ele havia feito em relação à Madre Teresa de Calcutá, abrindo mão dos cinco anos que são dados para o início do processo que se dá a partir da morte daquele que vem a falecer em fama de santidade. O seu processo de beatificação foi aberto em 28 de Junho do mesmo ano. No dia 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI proclamou-o "Venerável", ao promulgar o decreto que reconhece as virtudes heróicas do Servo de Deus João Paulo II, um importante passo dentro do processo de beatificação que fica aguardando a existência de um milagre realizado pela intercessão do papa polonês. No dia 14 de janeiro de 2011 o Papa Bento XVI aprovou o decreto sobre um milagre atribuido ao Papa Karol Wojtyla, permitindo a sua beatificação que aconteceu em Roma no dia 1 de maio de 2011. A cerimônia foi acompanhada na Praça de São Pedro por mais de um milhão de pessoas, vindas de todos os continentes, com aplausos e cantos religiosos. Bento XVI celebrou a cerimônia com paramentos que pertenceram a seu antecessor acompanhado por cardeais presentes em Roma. Bento XVI recebeu uma relíquia contendo o sangue de João Paulo, que lhe foi entregue por Marie Simon Pierre Normand. O milagre com que foi tocada a religiosa foi um dos fatores decisivos para a beatificação de João Paulo II. Bento XVI também declarou que o processo de beatificação foi acelerado devido à grande veneração popular por Karol Woijtila.


















Irmã Marie Simon-Pierre Normand segura o relicário com sangue de João Paulo.

A Relação com outras Religiões













Judaísmo

João Paulo II foi o primeiro Papa a visitar o campo de concentração nazista de Auschwitz, na Polônia. Visitou a Grande Sinagoga de Roma em Abril de 1986, tornando-se o primeiro Papa a visitar uma sinagoga. Visitou o Yad Vashem em Israel e fez história ao tocar o local mais sagrado do Judaísmo, o Muro das Lamentações em Jerusalém. Colocou uma carta dentro do Muro das Lamentações, pedindo perdão pelas ações contra os judeus, no passado. Tornou-se o primeiro Papa, conhecido na história a receber uma bênção sacerdotal de um rabino, em janeiro de 2005.

Igreja Anglicana
Durante sua visita à Grã-Bretanha, o Papa João Paulo II, emitiu uma provisão pastoral, permitindo que ex-padres casados se tornassem padres católicos e aceitar a antiga igreja Episcopal em Igrejas Católicas. Permitiu a criação do formulário "Use Anglicana" rito latino, que integra o Livro Anglicano de Oração Comum.

Luteranismo

Assinaram uma declaração conjunta sobre a doutrina da justificação, como um gesto de unidade, os representantes do Vaticano e da Federação Luterana Mundial.

Igreja Ortodoxa

Tornou-se o primeiro Papa a visitar a Roménia, um país predominantemente oriental Ortodoxo. Visitou a Ucrânia e pediu "um diálogo aberto, tolerante e honesto". Tornou-se o primeiro Papa a visitar a Grécia em 1291 anos.

Budismo
Foi visitado pelo líder espiritual tibetano Tenzin Gyatso, o 14 º Dalai Lama.

Islã
Se tornou o primeiro papa da Igreja Católica a visitar e rezar em uma mesquita islâmica (Mesquita Omíada), em Damasco, na Síria.

As Viagens














O Papa João Paulo II visitou 129 países. O número de viagens que fez ao exterior foi maior do que todos os seus antecessores juntos. Provavelmente, esta é a razão pela qual o Papa João Paulo II tinha o título de "Papa peregrino". Embora entre os 129 países, houve muitos países que tinham sido visitados por seus antecessores. João Paulo II foi o primeiro Papa a visitar o México, Cuba e Portugal. Foi também o primeiro papa a viajar para o Reino Unido, Egito e Jerusalém. Em 2001, o Servo de Deus também viajou para o Cazaquistão, para comemorar os 1700 anos do cristianismo.

Visitas ao Brasil














O Papa João Paulo II visitou o Brasil por quatro vezes. A primeira em 1979, em que visitou a cidade do Rio de Janeiro. Na segunda vez no dia 30 de junho de 1980 e percorreu treze cidades em apenas doze dias, a maratona teve um total de 30.000 km, começou por Brasília e terminou em Manaus. A terceira foi entre 12 e 21 de outubro de 1991. O Papa não costumava beijar o solo de um país que ele já tinha visitado, mas no Brasil ele quebrou a tradição. Esteve no Brasil pela quarta entre 2 e 6 de outubro de 1997. O Papa sempre demonstrou grande amor pelo Brasil, o país com mais católicos no Mundo. Inclusive, na sua primeira visita, chegou a demonstrar o seu apoio ao movimento sindical, então liderado por Lula, em aberto desafio ao governo militar brasileiro, uma situação parecida com a da sua Polónia. Em visita ao Rio de Janeiro declarou: "Se Deus é brasileiro, o Papa é carioca".

Frases de João Paulo II













* Rico de fato, não é aquele que tem, mas aquele que dá.

* A mulher é capaz de colaborar com o homem, porque ela é sua perfeita duplicata, na mesma qualidade.

* Não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão.

* Somente a liberdade que se submete à verdade conduz a pessoa humana a seu verdadeiro bem. O bem da pessoa consiste em estar na verdade e em realizar a verdade.

* A terceira idade é uma dádiva de Deus e chegar a ela é um privilégio.

* Amar é o contrário de utilizar.

* As obras de arte falam de seus autores, introduzem no conhecimento de sua intimidade e revelam a original contribuição que oferecem à história da cultura.

* Todos os artistas têm em comum a experiência da distância insondável que existe entre a obra de suas mãos, por conseguida que seja, e a perfeição fulgurante da beleza percebida no fervor do momento criativo, o que conseguem expressar no que pintam, esculpem ou criam é só um tênue reflexo do esplendor que durante uns instantes brilhou ante os olhos de seu espírito.

* A vocação do cristão é a santidade, em todo momento da vida. Na primavera da juventude, na plenitude do verão da idade madura, e depois também no outono e no inverno da velhice, e por último, na hora da morte.

* A Igreja de hoje não precisa de “cristãos em tempo parcial”, mas sim de cristãos em tempo integral.

* A pior prisão é um coração fechado.

* A verdade e a solidariedade são dois elementos firmes que permitem aos profissionais dos meios de comunicação converter-se em promotores da paz.

* O verdadeiro conhecimento e a autêntica liberdade se acham em Jesus. Deixai que Jesus faça parte sempre de vossa fome para valer a justiça, e de vosso compromisso pelo bem-estar de vossos semelhantes.

* O diálogo, baseado em sólidas leis morais, facilita a solução dos conflitos e favorece o respeito da vida, de toda vida humana. Por isso, o recurso às armas para dirimir as controvérsias representa sempre uma derrota da razão e da humanidade.

* Me afeta qualquer ameaça contra o homem, contra a família e a nação. Ameaças que têm sempre sua origem em nossa debilidade humana, na forma superficial de considerar a vida.

* Uma vez que se privou o homem da verdade, é pura ilusão pretender torná-lo livre. Verdade e liberdade, com efeito, ou caminham juntas, ou juntas miseravelmente perecem.

* A Igreja é a carícia do amor de Deus ao mundo.

* A paz exige quatro condições essenciais: Verdade, justiça, amor e liberdade.

* Os meios de comunicação acostumaram certos setores sociais a escutar o que “afaga os ouvidos”.

* O sofrimento humano atingiu seu cume na paixão de Cristo.

* O artista vive uma relação peculiar com a beleza. Num sentido muito real pode dizer-se que a beleza é a vocação à que o Criador o chama com o dom do talento artístico.

* Deus se deixa conquistar pelo humilde e recusa a arrogância do orgulhoso.

* A guerra é sempre uma derrota da humanidade.

* O futuro depende, em grande parte, da família, leva consigo o porvir mesmo da sociedade, seu papel especialíssimo é o de contribuir eficazmente com um futuro de paz.

* Até que aqueles que ocupam postos de responsabilidade não aceitem questionar-se com valentia seu modo de administrar o poder e de tentar o bem-estar de seus povos, será difícil imaginar que se possa progredir verdadeiramente para a paz.

* A liberdade de procurar e dizer a verdade é um elemento essencial da comunicação humana, não só com relação aos fatos e à informação, mas também e especialmente sobre a natureza e destino da pessoa humana, com respeito à sociedade e o bem comum, com respeito à nossa relação com Deus.

* A juventude não é apenas um período de vida, mas uma qualidade de alma que se caracteriza precisamente por um idealismo que se abre para o amanhã.

* O homem é essencialmente um ser social; com maior razão, pode-se dizer que é um ser familiar.

* O desemprego do homem deve ser tratado como tragédia e não como estatística econômica.

* A família está convocada a ser templo, ou seja, casa de oração: uma oração singela, cheia de esforço e ternura. Uma oração que se faz vida, para que toda a vida se converta em oração.

* O respeito à vida é fundamento de qualquer outro direito, incluídos os da liberdade.

* Vocês são o futuro do mundo, vocês são a esperança da Igreja, vocês são a minha esperança. fraze dita em 22 de outubro de 1978, após a liturgia inaugural do seu Pontificado, na Praça de São Pedro, dirigindo-se aos jovens.

* Não terá paz na terra enquanto perdurem as opressões dos povos, as injustiças e os desequilíbrios econômicos que ainda existem.

* A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos seus direitos de pessoa, entre os quais está o direito inviolável de tudo ser inocente à vida.

* A autêntica intuição artística vai além do que percebem os sentidos e, penetrando a realidade, tenta interpretar seu mistério escondido.

* Quando o cristianismo se converte em instrumento do nacionalismo, fica ferido em seu coração e se converte em estéril.

* Se nos afastamos de Deus, quem nos garante que um dia um poder humano não reivindique de novo o direito de decidir que vida humana vale e qual não vale?

* Que ninguém faça ilusões de que a simples ausência de guerra, ainda que sendo tão desejada, seja sinônimo de uma paz verdadeira. Não há verdadeira paz senão vier acompanhada de equidade, verdade, justiça e solidariedade.

* A espiral da violência só a freia o milagre do perdão.

* Quando o homem se põe como medida de todas as coisas, converte-se em escravo de sua própria finitude.

* Os crentes de todas as religiões, junto com os homens de boa vontade, abandonando qualquer forma de intolerância e discriminação, estão convocados a construir a paz.

* Se Deus for Brasileiro, o Papa é carioca.

* A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano.

Papa João Paulo II

Cronologia














1920 - Nasce Karol Josef Wojtyla
1929 - Perdeu a mãe
1932 - Perdeu seu irmão mais velho, Edmund
1938 - Mudou-se para Cracóvia, com o seu pai.
1939 - A Alemanha invadiu a Polônia.
1940 - Começou a trabalhar como pedreiro, para evitar a prisão pelos nazistas.
1941 - Perdeu o pai
1942 - Começou a estudar para o sacerdócio, no Seminário de Cracóvia.
1943 - Consegue um papel, o que seria, a sua performance teatral.
1946 - Foi ordenado como padre e foi para Roma para continuar seus estudos.
1948 - Obteve um doutorado em filosofia e voltou para a Polônia.
1949 - Pastor BecameAssistant em St. Florian, em Cracóvia.
1954 - Nomeado como professor na Universidade Católica de Lublin.
1958 - Nomeado bispo auxiliar em Cracóvia.
1962 - Registrado em outros bispos católicos em Roma, para o histórico Concílio.
1963 - Nomeado como o Arcebispo de Cracóvia.
1967 - Consagrado como um cardeal.
1978 - Eleito o Papa 264, primeiro Polonês a ocupar a posição.
1979 - Escreveu a sua primeira encíclica papal, Redemptor Hominis.
1981 - Atentado na Praça de São Pedro.
1993 - Escreveu sua encíclica 10, Veritatis Splendor (O Esplendor da Verdade).
1997 - Tornou-se primeiro papa a visitar Cuba.
1998 - Seu 20o ano Marcado como chefe da Igreja Católica Romana.
2005 - Morreu após sofrer insuficiência cardíaca.